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hor remix nde
os os te
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Não sou eu quem digo, mas o próprio Adriano Cintra.
“Left Behind” em versão lambada, remixado (na verdade toda o instrumental foi refeito) por João Brasil.
Goste ou não, é genial.
E Bruno Natal bem lembrou: não falta mais o “tantinho assim de carimbó”.
Daquelas coincidências que provam a teoria dos seis graus de separação.
A melhor amiga da amiga dinamarquesa da minha mulher disse que vinha ao Brasil acompanhar o namorado, cuja banda ia tocar aqui no Rio.
Descobrimos que o tal namorado é Aaron Dessner, baixista do National. Como nunca vieram para o país, o casal decidiu chegar uns dias antes para conhecer o Rio, e depois de recomendarmos opções baratas de albergues, eles decidiram ficar lá em casa (na Tijuca) como modo de conhecer e se integrar melhor ao cotidiano da cidade. Chegaram ontem, comemos no Baixo Gávea (não, não foi a tão famosa e superestimada picanha do Braseiro, mas um bom filé a Osvaldo Aranha), descobrimos que ele é um ferrenho defensor do Obama (legal, tem um engajamento parecido com o que tenho pelo Gabeira, salvas as devidas proporções), e só voltam para Nova York dia 2, a tempo das eleições americanas.
Então, se você passou ontem pela Saens Peña e alguém parecido com o baixista ou guitarrista do National (são irmãos gêmeos), era o próprio.
The National no David Letterman
The National - Mistaken For Strangers
Assim como a Hang the DJ, a trupe do Hermes e Renato também voltou a atividade recentemente. É o melhor do humor nacional (não que a concorrência esteja tentando com muito afinco superá-los).
Uma das vítimas do retorno foram as bandas engraçadinhas lesbian sexual que cantam em portuinglês (CSS). Oh, mas o que há de mal no CSS? Para mim, nada. Mas feio é ficar sem fazer piada, ou ficar bajulando, ou guardar crítica. Enfim, boa zoada, divertidíssimo.
Reformulado e mais bem produzido, pero sin perder la toscura jamás.
Acho Battles um lixo. Pode ser pós-doutorado em pós-rock, futuro da música, matemática aplicada à música, o escambau. Continuo achando um lixo enjoativo, algumas músicas chegam a me dar vontade de cagar.
Por isso, gargalhei quando sacaram que a melodia de Ddiamondd poderia muito bem ser parte de uma música do É o Tchan:
conclusões:
1) Battles é irritante
2) O visual desse clipe, deslocado de sua música original, podia ser um vídeo impressionista sobre como ir para o inferno através da luxúria
3) menos + menos = demais
Matt & Kim são divertidíssima banda de Nova York, composta apenas de bateria e teclado. O hit é “Yea Yeah”, catchie até o osso.
E os clipes da música são sensacionais.
O original (música e clipe são idéias simples, mas divertidíssimos):
remix do Flosstradamus (ainda melhor que a música original — e o Elmo Capeta, carisma em pessoa):
versão acústica:
EDIT: E pra baixar:
Matt & Kim - Yea Yeah